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Índice usado em contratos de aluguéis desacelera em novembro

A alta do IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) -usado como referência na maioria dos contratos de aluguel- foi mais moderada em novembro, de 0,29%, após avanço de 0,86% em outubro, informou nesta quinta-feira (28) a Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Em novembro de 2012, o índice registrou queda de 0,03%. No acumulado do ano, o índice registra alta de 4,88%. Em 12 meses, a taxa subiu 5,60%.

Dentre os componentes do IGP-M, o IPA (Índice de Preços ao Produtor Amplo) -com peso de 60% no índice geral- avançou 0,17% em novembro, ante elevação de 1,09% um mês antes.

Os produtos agropecuários recuaram 0,06%, invertendo a direção tomada em outubro (+0,49%) e os produtos industriais verificaram uma suavização no ritmo de alta, indo de 1,32% para 0,25% de aumento.

Índice de Preços ao Consumidor acelera

Já o IPC (Índice de Preços ao Consumidor), com peso de 30% no índice, acelerou de 0,43% em outubro para 0,65% em novembro.

Neste caso, das classes de despesas avaliadas, o destaque coube ao grupo alimentação, que foi de um aumento de 0,63% para 0,93%, refletindo o movimento dos preços das hortaliças elegumes (-5,46% para 3,79%) e das frutas (0,98% para 2,16%).

Transportes saiu de uma ponta para outra -de queda de 0,12% em outubro para avanço de 0,12% em novembro.

Também subiram mais habitação (0,51% para 0,83%), saúde e cuidados pessoais (0,46% para 0,50%), despesas diversas (0,15% para 0,89%) e comunicação (0,40% para 0,88%).

Com moderação no ritmo de alta, apareceram educação, leitura e recreação (0,51% para 0,32%) e vestuário (0,80% para 0,76%). No primeiro caso, sobressaiu o item passagem aérea (12,34% para 5,28%); no segundo, mereceram atenção o comportamento dos preços das roupas femininas (1,03% para 0,75%).

Construção também avança

Por fim, o INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) avançou 0,27% em novembro, abaixo do resultado de outubro, de 0,33%. O índice relativo a materiais, equipamentos e serviços subiu 0,29%, ante 0,68%. O índice que representa o custo da mão de obra avançou 0,25% em novembro, após ficar estável.

Fonte: Diário do Nordeste

Publicado em 29/11/2013 às 09h18